Felipe Lima da Silva Vence Prêmio FameLab Brasil 2017 com trabalho cientifico sobre as facilidades do cimento na indústria da construção

Da Redação

FAME LAB 2017
FameLab Brasil 2017, o evento premiou os melhores jovens cientistas nacionais. Foto:JCC

Maio, 2017 – Disputando com 11 fortes cientistas do Brasil, o aluno do Programa de Pós – Graduação em Engenharia Civil da Universidade do Rio Grande do Sul (UFRGS) e bolsista da FAPEMA-MA-, Felipe Lima da Silva, conseguiu em 3 minutos passar de forma clara e objetiva a ideia do seu trabalho para um júri exigente presente no auditório do Museu do Amanhã-RJ-, na etapa Brasil do  FameLab 2017, ocorrido no dia 05. 

Felipe, venceu Prêmio FameLab Brasil 2017, com trabalho cientifico sobre as facilidades do cimento na indústria da construção. “Antes de entrar neste evento, eu não tinha percebido a dimensão do FameLab  e a importância que tem para ciência. Agora eu tenho a exata dimensão”,  disse.

O pós graduando, será o representante do Brasil, na etapa do FameLab International, que acontece durante o Festival de Ciência de Cheltenham, na Inglaterra.

FELIPE 2017
Felipe Lima da Silva, vencedor da etapa FameLab Brasil 2017. Foto:JCC

O evento que é realizado pelo British Council em conjunto com o Festival de Ciência de Cheltenham (Reino Unido), aqui no Brasil, tem como parcerias do CNPq, CONFAP, FAPESP e MUSEU do AMANHÃ.  O festival acontece em 32 países e objetiva facilitar a comunicação cientifica entre pesquisadores e público em geral, além de incentivar o desenvolvimento da ciência no mundo de forma ágil e eficiente.  

De acordo com Lima, a escolha desse tema se deu pela oportunidade de melhorar a sua habilidade com a comunicação e pela dimensão internacional que o evento proporciona para divulgar a ciência para o mundo, já sobre o trabalho apresentado na etapa brasileira, Felipe respondeu: “É um material muito fácil de ser utilizada, qualquer pessoa pode fazer cimento. O uso na construção por ser um material muito confiável e seguro, se compararmos com outros materiais, pode-se dizer que a indústria da construção continuará a utilizar nas obras, por muitos anos”.

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