Resina da Evonik é utilizada para impermeabilização na Praça Pamplona

Resina de metil metacrilato (MMA), fornecida pela empresa, compôs a solução elaborada pela Miaki Revestimentos para atender especificações técnicas e estéticas do projeto de impermeabilização na Praça Pamplona, em São Paulo

Resina especial é utilizada para impermeabilização na Praça Pamplona. Créditos: Divulgação

 

Agosto, 2017 – Uma praça de convivência, uma torre comercial, um instituto de física, um teatro digital (planetário) e uma casa tombada pelo patrimônio histórico, compõem o empreendimento Praça Pamplona, erguido na capital paulista em 2016 e projetado pelo escritório KRUCHIN Arquitetura

Entre os inúmeros desafios deste complexo multiuso, com mais de 36 mil m2 de área construída, estava o projeto de impermeabilização da cúpula do teatro digital – uma meia esfera aberta, que remete às conchas do mar – e que abriga um planetário. A necessidade de encontrar uma solução para uma superfície de concreto projetado fortemente irregular e áspera – uma das piores situações para uma impermeabilização –, que não poderia descaracterizar a superfície e ainda ter total cobertura, penetrando por toda superfície sem deixar falhas, foi plenamente atendida pela Miaki Revestimentos, especializada em revestimentos monolíticos de alto desempenho.

O sistema de impermeabilização desenvolvido pela Miaki – moldado in loco à base de resinas reativas de metil metacrilato (MMA), fornecidas pela Evonik sob a marca DEGADUR, somado aos flakes (flocos de tinta) – permitiu que a concepção arquitetônica planejada fosse atendida em todos os seus aspectos, incluindo textura, cor e forma.

Resinas da Evonik servem para aplicações em estádios, aeroportos, hotéis, cozinhas industriais, halls de acesso e áreas de exposição. Créditos: Divulgação

Na superfície interna da cúpula, onde foi utilizado o MMA colorido com o sistema StainCryl, as cores foram estudadas antes de serem aplicadas, assim como os tons, a questão da cura e os efeitos na base. 

“Este trabalho foi duplamente interessante, porque teve componentes técnicos de impermeabilização e componentes estéticos da cor, do brilho, se o efeito atenderia ao interesse da arquitetura de trabalhar internamente a cúpula. E o MMA garantiu que aquela solução fosse realizada, pois ao mesmo tempo que apresenta durabilidade e resistência, viabilizou a criação de efeitos estéticos”, destaca o arquiteto Samuel Kruchin, responsável pelo projeto.

“Este é um fator muito importante nesta técnica tanto para a parte externa quanto interna. Posso, por exemplo, ter mais flocos em uma parte e menos em outra, a camada não precisa ser homogênea. É um processo de impermeabilização que tem um potencial de mobilidade artística, estética e plástica e isso é muito interessante”, acrescenta.

Para se obter a condição artística desejada, foi fundamental ter testado as soluções no laboratório da Miaki Revestimentos, onde foi possível experimentar e visualizar as soluções em ação.

O arquiteto observa que a arquitetura partiu de uma forma e de uma textura que remetia às conchas que carregavam pérolas por associar-se à ideia de um berçário de estrelas e, portanto, de um planetário. “Mas, na verdade, tínhamos um grande problema: não encontrávamos uma solução técnica que permitisse dar expressão a esta ideia. Todas as alternativas levavam a uma solução convencional muito distante do desejado. Nesse sentido, a solução encontrada pela Miaki foi absolutamente decisiva para aproximarmos concepção e realização da obra, foi fundamental para o efeito expressivo e abre alternativas plásticas que ampliam sobremaneira as possibilidades de projeto”, enfatiza Samuel Kruchin.

Para mais informações acesse em www.evonik.com.br

 

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