Sem investimentos em infraestrutura e habitação, construção civil sofre com obras paralisadas e recorde de desempregos

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Apesar do otimismo dos empresários da Construção Civil para 2018, cenário de insegurança continua.Foto: JCC

Da Redação

Rio, janeiro, 2018 – Já se tentou de tudo para reaquecer a construção civil no Brasil ou melhor dizendo quase tudo, “tivemos uns ensaios tímidos” de financiamentos para fazer a indústria da construção voltar a caminhar no país nos últimos 02 anos. Tivemos o governo federal lançando o cartão reforma, construcard, liberando “crédito” para compra de imóvel pela Caixa e outras medidas não tão eficazes. O Programa Avançar – Programa de Parcerias de Investimentos, no qual o Ministro Moreira Franco, afirmou durante cerimônia: “agora o país volta a retomar o seu ritmo normal de desenvolvimento, com investimentos em infraestrutura, aeroportos, energia que vai possibilitar a indústria voltar a crescer, a geração de empregos, e a segurança jurídica”, disse o ministro. Entretanto, o Programa Avançar ainda não decolou.  Uma dúvida, aonde o governo federal criou 2 mil obras novas no país? Na verdade tínhamos 5 mil grandes obras paralisadas e o governo na sua propaganda de Rádio e TV diz que são 7 mil obras ou seja 2 mil a mais.  Na verdade, o governo federal retomou apenas 600 obras.

TRABALHADORES COMPERJ
Desempregos na Construção Civil não dá trégua e setor continua em crise. Foto:JCC

São diversos fatores que fazem o Brasil a continuar neste ritmo fraco economicamente:

1.BNDES, reduziu drasticamente os investimentos em infraestrutura no país;

2. Liberação de crédito na Caixa Econômica continua travado;

3. O país continua sem confiança internacional;

4. Eleições 2018. Sem saber quem vai ganhar eleições investimentos fogem do país;

5. Economia mundial com crescimento lento;

6. Mercado interno brasileiro sem consumo real. População está com o bolso vazio; 

7. Indústria de transformação nacional sem investimentos;

8. Construção Civil parada;

9. Geração de empregos sem melhora. CAGED afirmou que em 2017 foi mais demissões que contratações. Na Construção Civil em 2017 tivemos 300 mil demitidos;

10. Indústria do Aço brasileira fortemente ameaçada pelo processo de dumping do governo Chinês;

11. O próprio governo cortou os gastos públicos ou seja retirou bilhões em investimentos em infraestrutura, saneamento, rodovias, tecnologia, saúde, educação  e etcc…

De acordo com informações apuradas pelo o Site de Jornal da Construção Civil, hoje, no país estão sendo feito por alguns municípios brasileiros e mesmo assim, os esses investimentos não passam de 5% do volume de investimentos que o país precisa urgentemente.

  

 

 

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