Por Severian Rocha
Novembro – Nos últimos 5 anos milhares de brasileiros aceleraram o desejo da compra da sua primeira casa própria, motivado em muito pela Pandemia da COVID-19. No entanto, no Brasil ter sua primeira casa ainda é um sonho distante e complexo. Milhões de brasileiros ou seja, muita gente tenta adquirir um financiamento imobiliário(juros altos e renda baixa) e não consegue.
Programa como o MINHA CASA MINHA VIDA, é um dos principais caminhos para diminuir o grande déficit habitacional no país, principalmente para aquelas famílias que não tem dinheiro suficiente para dá de SINAL(entre R$ 15 mil e R$ 30 mil) na hora da compra de um imóvel residencial. Ainda mais no cenário financeiro “maluco” brasileiro. O retrato ruim são famílias empurradas para pagarem alugueis caros, geralmente entre R$1,5/R$ 2 mil e condomínios de R$ 500, R$ 600 é, no final acabam ficando com sua renda mensal ameaçada. De acordo com o IBGE, os trabalhadores do país, 90% ganham de 1 salário mínimo até 3 Salários. Na ausência da política publica de habitação eficaz, eficiente e real, os Donos de ocupações irregulares fazem sucesso.
Durante o G20 Social, Fórum das 20 economias mais ricas do planeta, recém realizado no Rio de Janeiro, o Jornal da Construção Civil conversou com a Inês Magalhães – Vice – Presidente de Habitação da CAIXA sobre o assunto e medidas que o banco busca para facilitar o acesso do cidadão brasileiro assalariado ao dinheiro do SINAL DA ENTRADA DACASAPRÓPRIA.
“Uma das estratégias que ainda estamos implantando é a parceria com governos estaduais, e alguns já tem efetuado essa parceria para que o governo aporte um subsídio extra para facilitar a ENTRADA das famílias. Essa é uma parceria que tende a crescer”, comentou Inês Magalhães.