Setembro, 2026 – Existe uma frase antiga de 1793 – 1794, do autor francês Jacques Pierre Brissot, que diz: “a revolução come os próprios filhos”. A frase descreve o momento em que um movimento revolucionário passa a executar ou destruir os seus próprios idealizadores e participantes durante a Revolução Francesa .
Separando o contexto da época antiga com o atual momento do Supremo Tribunal Federal (STF), podemos dizer que a Corte brasileira está neste caminho, de destruir os seus próprios membros.
Poder, Ego e Vaidade são caminhos negativos para o bom ambiente de trabalho e dos serviços de interesse comum da população, em especial, do cidadão pobre, que sobrevive com apenas um salário mínimo e sem justiça.
Pergunta: Qual ministro do STF pegou dinheiro do CASO MASTER ?
Presidente do STF ressalta papel institucional e histórico da Corte em sessão extraordinária
Em pronunciamento, ministro Edson Fachin reforçou a importância da colegialidade na decisão do Plenário sobre a Pet 16662
Com um pronunciamento em que ressaltou a importância histórica e institucional da Corte, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, abriu a sessão extraordinária do Plenário, convocada para esta terça-feira (15) para analisar a Petição (PET) 16662, referente a relatório produzido pela Polícia Federal no âmbito do caso Master relacionado ao ministro Alexandre de Moraes. Fachin defendeu a independência do Tribunal, o respeito às regras processuais e a atuação colegiada na análise das questões submetidas à Corte.
O ministro observou o momento histórico atual e destacou a necessidade de preservar valores essenciais à Corte: independência, colegialidade, autoridade e fidelidade à Constituição. “O momento exige de nós aquilo que se espera de quem exerce a jurisdição constitucional: sensatez, decoro e serenidade.”
Fachin afirmou que não se julgam pessoas, mas fatos e questões jurídicas e disse que não haverá antecipação de mérito antes de resolvida a validade processual. Segundo ele, a decisão pertence ao Plenário, e não a um de seus integrantes individualmente.
Ainda de acordo com o presidente, a divergência faz parte da atuação da Corte. “O que não pode fazer parte dela é a perda da medida institucional. É justamente por isso que este Plenário deve ser, neste momento, também um lugar de memória”, assinalou.
“Esta instituição não nos pertence. Nós a recebemos do passado, temos o dever de preservá-la no presente e haveremos de entregá-la ao futuro. A instituição permanecerá se soubermos, nesse momento, estar à altura da responsabilidade que recebemos. Não temos o direito de entregar às gerações futuras um Supremo Tribunal Federal menor do que aquele que recebemos”, enfatizou Fachin. (Fonte: STF).

