Rio, outubro, 2026 – Na primeira edição da FEICON Rio, recém realizada no Rio Centro (Zona Sudoeste-RJ), muitos profissionais da área de engenharia, arquitetura e construção em geral tiveram a oportunidade de conhecer e sentir uma nova forma de construir. A FEICON Rio mostrou conteúdos, debates e muitas novidades para aplicação em qualquer obra, de pequeno porte, médio e de grande porte.
Em destaque na feira, A Rovin Glass fabricante brasileira de telhas, venezianas, torres de resfriamento e peças sob medida em PRFV, com sede em Caieiras, São Paulo, a empresa atende a projetos industriais, agronegócio e construção civil em todo o país.
Para saber mais detalhes da empresa, dos seus produtos e inovações, o Jornal da Construção Civil entrevistou, Bruno Nunes– Diretor Administrativo da Rovin Glass em seu Stand.

Jornal da Construção Civil: Bruno, por que que o construtor, né — que está aqui, tem muito, uma feira com muito construtor —, deve adquirir a solução de vocês?
Bruno Nunes: Olha só, a fibra de vidro, a telha em fibra de vidro, eu diria que ela tem passado por um ressurgimento muito forte nos últimos anos, né? Porque tem sido proporcionadas diversas inovações nesse mercado, né? Hoje a gente tem um material que consegue promover translucidez, luz natural para o ambiente, gerando economia de energia. E não só isso: é um material que se aplica em diversos cenários diferentes, né? Cenário que sofre com corrosão, por exemplo, a gente está aqui no Rio de Janeiro, muitas pessoas têm perguntado, né: “Olha, eu sofro com corrosão, estou próximo da orla, né. O que que eu faço? A telha metálica não me atende.” Nós temos material que substitui isso daí. Eu tenho material que consegue suprir o cara que precisa de claridade, o cara que precisa de conforto térmico, o cara que precisa vencer a corrosão. Então, as aplicações são inúmeras.
Jornal da Construção Civil: E como é que a pessoa que adquiriu a solução da Rovin Glass... vocês acompanham? Ele comprou e depois vocês vão acompanhar, o chamado pós-venda?
Bruno Nunes: Sim, tem todo um trabalho de pós-venda. Antes da gente realizar a venda, na verdade, tem que ter toda uma preocupação em entender o projeto da pessoa. Esse é um mercado em que eu não consigo fazer aquela tratativa padrão para todo mundo, né? “Ah, boa tarde, o que você quer? Isso? Toma.” Não é assim. Cada projeto é individual. Então eu preciso entender, né: qual é a sua aplicação? É um galpão, é uma casa, é uma área gourmet, é um comércio? Porque as aplicações são inúmeras. Quais são as medidas, que tipo de telha você vai utilizar? O seu foco é o quê? Ganhar claridade? É vencer a corrosão, como eu falei? É ter um conforto térmico? Isso sem falar que a gente tem várias cores. Eu tenho telha translúcida incolor, translúcida leitosa. Tenho telhas opacas, que têm sido o ponto forte aí do nosso material, em diversas cores: marrom, terracota, verde. Eu tenho material voltado para fechamento lateral de indústria. Então tem que entender o projeto daquele cliente para fornecer a melhor opção, né? Eu não posso… Às vezes a pessoa chega com uma listinha pronta: “Ah, eu quero isso daqui, orça para mim”. Eu tenho que falar: “Mas espera aí, será que é isso mesmo que vai atender a sua necessidade? Você conhece todas as opções? Me fala mais da sua necessidade, quem sabe às vezes você está procurando isso daqui, mas eu te forneço isso daqui e ele supre sua necessidade de maneira muito melhor”.
Jornal da Construção Civil: E isso dá uma satisfação maior para o cliente, dá uma agregar de valor?
Bruno Nunes: Com certeza. E isso antes da venda. No pós-venda depois a gente tem que fazer aquele trabalho: “Olha, essa solução realmente foi aquilo que você esperava? Cumpriu a expectativa? Ou de repente, quem sabe, superou a sua expectativa.”
Jornal da Construção Civil: Bruno, uma coisa: para vocês atenderem esse país imenso, como é que vocês fazem?
Bruno Nunes: Olha, muito graças a transportadoras parceiras.
Jornal da Construção Civil: Vocês conseguem atingir o Nordeste, Norte do Brasil?
Bruno Nunes: Sim, com certeza. Cada estado a gente já tem uma transportadora parceira especializada naquela região. Como a gente é de São Paulo, o ninho das transportadoras ali está em Guarulhos. A gente está localizado na cidade de Caieiras. Tudo isso aí é região metropolitana da capital, então está muito próximo. Por Guarulhos eu consigo escoar para todo o Brasil. Então a gente tem clientes fixos, por exemplo, no estado de Goiás, Ceará, Bahia, Santa Catarina… Então, a depender da medida que a pessoa precisa, e da localidade onde ela está, a gente já tem uma transportadora na mira.
Jornal da Construção Civil: E me deixa falar para você: quem compra de você, no caso a tua solução aqui, o teu produto, você pode vender — como está aqui na feira aqui — para o lojista e para a pessoa individual também, não é isso?
Bruno Nunes: Com certeza. A gente da Rovin Glass consegue atender o consumidor final, seja indústria, seja pessoa física. Por exemplo: “Ah, eu sou pessoa física, quero substituir uma telha lá na minha casa”. Eu consigo atender esse cara. Ou: “Eu sou consumidor final, mas quero construir o meu galpão do zero” — consigo fornecer também. Ao mesmo tempo: “Não, eu sou distribuidor, sou revenda. Você consegue atender?” Consigo. “Eu sou revenda, mas não sou distribuidor, sou, por exemplo, prestador de serviço. Quero esse produto específico para esse cliente específico, não é distribuição” — atendo também. Então, todos os nichos.
Jornal da Construção Civil: Agora a pergunta final e a mais importante de todas: Deixa uma mensagem para esse setor imenso que é o da construção, do Brasil inteiro?
Bruno Nunes: Olha, se você ainda não conhece a fibra de vidro, as soluções de cobertura em poliéster com fibra de vidro, procure conhecer. Se não, entre em contato a Rovin Glass, seja via WhatsApp, seja Instagram, né, o que for, e-mail, o que tiver fácil para você, liga para a gente e tenta conhecer. Porque as soluções são imensas, não é mais aquele feijão com arroz que era antigamente: “Ah, tem um telhado aqui metálico, vou intercalar três telhas translúcidas aqui só para ganhar claridade”. A gente já avançou essa etapa, né? As soluções são aplicáveis a diversos cenários diferentes. Vale a pena conhecer, tire um minutinho para você conhecer, você vai ver que as soluções se aplicam a diversas situações diferentes.
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